Quanto custa morar sozinho? Guia completo de despesas
- Inaí
- 23 de set. de 2025
- 3 min de leitura

Morar sozinho é um marco importante na vida. Representa mais liberdade e autonomia, mas também exige assumir novas responsabilidades financeiras. Os custos variam bastante conforme o tipo de imóvel, a localização e o estilo de vida de cada pessoa.
Este guia reúne todas as despesas que farão parte dessa sua jornada. Com essas informações, você pode se planejar melhor e evitar surpresas no orçamento mensal.
🏠 Aluguel ou financiamento
O valor do imóvel será o maior compromisso mensal. Pode ser o aluguel, no caso da locação, ou a parcela do financiamento, para quem optar pela compra.
Faixas médias de aluguel:
Kitnet/Studio (25–35m²): R$ 800 a R$ 3.500/mês
Apartamento 1 dormitório (40–60m²): R$ 1.200 a R$ 5.000/mês
Casa pequena (60–80m²): R$ 1.000 a R$ 4.200/mês
Faixas médias de compra:
Kitnet/Studio: R$ 150.000 a R$ 350.000
Apartamento 1 dormitório: R$ 250.000 a R$ 600.000
Casa pequena: R$ 300.000 a R$ 700.000
Esses valores variam bastante conforme a cidade, bairro e padrão do imóvel. Em capitais e regiões centrais, os custos de compra e de aluguel costumam ser consideravelmente mais altos. 🏢 Condomínio
A taxa de condomínio é obrigatória para imóveis em edifícios ou condomínios fechados. Ela cobre despesas como segurança, limpeza e manutenção das áreas comuns.
Estruturas básicas: R$ 250 a R$ 450/mês
Estruturas completas, com lazer: R$ 500 a R$ 800 ou mais/mês
Quanto maior for a infraestrutura, maior tende a ser a taxa mensal. 🧾 IPTU
O Imposto Predial e Territorial Urbano é cobrado anualmente pelos municípios e pode ser parcelado.
Imóveis menores: em média de R$ 700 a R$ 2.000 por ano (equivalente a R$ 60 a R$ 180/mês).
Imóveis maiores ou em áreas centrais: valores que podem ultrapassar R$ 3.000 anuais.
Nos contratos de aluguel, é essencial verificar quem é o responsável pelo pagamento do imposto (proprietário ou inquilino), já que isso deve estar previsto em contrato.
💡 Contas de consumo
Essas despesas fazem parte da rotina de qualquer imóvel — seja casa ou apartamento — mas, no caso de prédios e condomínios, alguns valores podem estar embutidos na taxa condominial, dependendo da forma de medição.
Energia elétrica: geralmente não consta na taxa de condomínio. Cada unidade tem sua medição individual. Valor médio: R$ 120 a R$ 240/mês.
Água e esgoto: em casas, a cobrança é sempre individual. Em apartamentos, pode ser inclusa no condomínio quando não há hidrômetro individual. Quando paga separadamente, o custo gira em torno de R$ 60 a R$ 120/mês.
Gás: em casas, geralmente é botijão (R$ 120 a cada 2–3 meses → aproximadamente de R$ 30 a R$ 40/mês). Em apartamentos, pode ser botijão ou gás encanado; neste último caso, a cobrança costuma vir junto ao boleto do condomínio, com valor individualizado.
📶 Internet e celular
Serviços indispensáveis na rotina atual.
Plano de internet residencial: R$ 110 a R$ 200/mês
Plano de celular: R$ 60 a R$ 130/mês
🍽️🚗 Alimentação e Transporte
Essas despesas variam de acordo com a rotina de cada pessoa e, por isso, é importante considerar todos os cenários possíveis no planejamento.
Alimentação: mesmo quem faz a maior parte das refeições fora de casa costuma realizar ao menos uma compra básica de mercado, que gira em torno de R$ 300 a R$ 500/mês. Para quem prepara a maior parte das refeições em casa, o gasto mensal pode ficar entre R$ 500 e R$ 800. Já quem depende com frequência de delivery e restaurantes pode ultrapassar facilmente R$ 1.200/mês.
Transporte: ter um carro próprio envolve despesas como combustível, seguro, manutenção e impostos, que podem superar R$ 1.000/mês. Quem utiliza transporte público diariamente pode gastar, em média, de R$ 200 a R$ 400/mês. Já considerando os aplicativos de transporte, se usados com frequência, podem elevar bastante os custos — podendo superar o gasto do transporte público.
📌 Outras possíveis despesas
Não são obrigatórias, mas muitas vezes fazem parte da rotina.
Pacotes de streaming: R$ 50 a R$ 100/mês
Serviços domésticos eventuais: R$ 150 a R$ 200 por visita
Também é importante considerar outros custos pessoais recorrentes, como academia, saúde, estética e lazer. Eles variam bastante de pessoa para pessoa, mas devem ser incluídos no planejamento financeiro para que o orçamento mensal seja mais realista e equilibrado. ✅ Conclusão Morar sozinho é uma experiência enriquecedora e totalmente viável com planejamento adequado. Ter clareza sobre as despesas fixas permite evitar imprevistos e garante mais segurança nessa etapa da vida.
Esses valores apresentados são estimativas e podem variar conforme a cidade, o padrão do imóvel e a realidade e rotina de cada pessoa.
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